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Message posted on 25/05/2020

Call for articles Indigenous Cinema / Cinema Indígena / Cine Indígena

Call for articles

Indigenous Cinema / Cinema Indígena / Cine Indígena

Deadline for submission: July 31, 2020, through www.revistaproa.com.br

Coordinators / Organizadores Amalia Cordova (SMITHSONIAN INSTITUTION) Renato Athias (LAV/UFPE) Rodrigo Lacerda (CRIA/NOVA FCSH)

Editor / Editora Luiza Serber (PPGAS/UNICAMP)

Call for articles: https://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/proa/announcement

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Call for articles Indigenous cinema (First Nations, Native) is a very diverse and global category, with more than fifty years of history. Indigenous cinema is present throughout the American continent, Australia, New Zealand, northern Europe, and beyond. These productions emerged in the 1960s and were consolidated in the following decades. Indigenous cinema has its origins in technological developments, in explorations of visual anthropology and, mainly, in the expansion of the Indigenous movement in several countries and international organizations. In this sense, cinema is an important forum for presenting demands, namely in the areas related to land, environment and decolonization, but it is, above all, a means of giving voice and body to Indigenous peoples, that is, of "talking back" or "shooting back" to the colonial society. Concomitantly, various means of disseminating this production began to appear, including festivals dedicated to this theme and online platforms. Currently, some social scientists argue that there is a global Indigenous cinema built through these international networks, but it is important to emphasize that most of the production has a local origin, with specific relevance for the collectives from which it emanates. Taking into account this background, this dossier seeks contributions that help to think about the paths of Indigenous cinema, including works centered on case studies that make it possible to understand the general framework, or broader reflections applicable to different contexts.

Chamada de artigos O cinema indígena (ameríndio, nativo) é uma categoria global, muito diversa e com mais de cinquenta anos de história. O cinema indígena está presente em todo o continente americano, Austrália, Nova Zelândia, norte da Europa, etc. Esta produção emergiu nos anos 1960 e consolidou-se nas décadas seguintes. O cinema indígena tem origem em desenvolvimentos tecnológicos, em explorações da antropologia visual e, principalmente, na expansão do movimento indígena em vários países e organismos internacionais. Nesse sentido, o cinema é uma arena importante de reivindicação, incluindo a nível de questões fundiárias, ambientais e de descolonização, mas é, acima de tudo, um meio de dar voz e corpo aos povos indígenas, isto é, de talk back ou shoot back para a sociedade colonial. Concomitantemente, começaram a aparecer meios de divulgação desta produção, incluindo festivais dedicados a esta temática e plataformas online. Atualmente, alguns cientistas sociais advogam que existe um cinema indígena global construído através destas redes internacionais, mas é importante sublinhar que a maioria da produção tem uma origem local, com relevâncias específicas para os coletivos de onde emana. Tendo em conta este enquadramento, este dossiê procura contribuições que ajudem a pensar os percursos do cinema indígena, incluindo trabalhos centrados em estudos de caso que permitam compreender o quadro geral ou reflexões amplas aplicáveis a diferentes contextos.

Llamada de artículos El cine indígena (ameríndio, originario) es una categoría global, muy diversa y con más de cincuenta años de historia. El cine indígena está presente en todo el continente americano, Australia, Nueva Zelanda, el norte de Europa, y más allá. Esta producción surgió en la década de 1960 y se consolidó en las siguientes décadas. El cine indígena tiene su origen en desarrollos tecnológicos, en exploraciones de antropología visual y, principalmente, en la expansión del movimiento indígena en varios países y organizaciones internacionales. En este sentido, el cine es un campo de demanda importante, que incluye cuestiones de tierra, medioambientales y de descolonización, pero es, sobre todo, un medio para dar voz y cuerpo a los pueblos indígenas, es decir, de "talk back" o "shoot back" para la sociedad colonial. Al mismo tiempo, comenzaron a aparecer medios para difundir esta producción, incluidos festivales dedicados a este tema y plataformas online. Actualmente, algunos científicos sociales argumentan que existe un cine indígena global construido a través de estas redes internacionales, pero es importante enfatizar que la mayor parte de la producción tiene un origen local, con relevancia específica para los colectivos de los que emana. Teniendo en cuenta este contexto, este dossier busca contribuciones que ayuden a pensar en los caminos del cine indígena, incluyendo trabajos centrados en estudios de casos que permitan comprender el marco general o las reflexiones generales aplicables a diferentes contextos.


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